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Cantadeiras

 

Maria, nem sempre franca,
Minha cruel namorada,
És meu pé de urtiga branca,
Tão bonita e tão malvada.


Se vivo sempre te amando,
Sendo para mim tão dura,
Sinto o meu corpo roçando:
Pelo de cana madura.


Maria, tantas malícias
Tem teu amor tão ingrato,
Que sinto em tuas carícias
Espinho de erva-de-gato.

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